tudo como dantes…


Esta expressão surgiu quando da invasão napoleónica em Portugal, nos princípios do século XIX. A falta de resistência do governo português, a tibieza do príncipe regente (que seria coroado, no Brasil, como D. João VI…) resultaram na tranquilidade com que o general Jean-Andoche Junot, tornado 1º Duque de Abrantes – mais conhecido pelo epíteto a Tempestade –, se mantinha no seu quartel-general e que fez com que o povo criasse a expressão, com intuitos epigramáticos.
Conta-se que, a quem perguntasse a um abrantino como iam as coisas, a resposta era naturalmente sarcástica: Tudo como dantes no quartel-general de Abrantes’

 

 

 

(do trabalho e da experiência aprendeu o homem a ciência)