a dar com um pau

Este axioma crê-se ter tido origem nos barcos negreiros. Muitos dos negros capturados, capazes de antever a vida horrenda que os esperava à chegada, preferiam morrer durante a viagem e, para isso, deixavam de comer.
Os traficantes começaram então a usar o estratagema de lhes atravessarem um pau na boca para que os marinheiros enfiassem sopa e farinha pela goela dos escravos até dar com o pau.
Daí que o enunciado, se bem que tenha variados usos, tenha acabado por, geralmente, ser geralmente está associado a qualquer coisa em excesso e comer em demasia.
(ver cheio de nove horas)

 

 

 

(o que come a minha vizinha não aproveita à minha tripa)