mal e porcamente

Originalmente a expressão era mal e parcamente e referia alguma coisa feita assim (rudimentar, modesta ou atabalhoada, mal) por terem sido usados parcos, ou pouco eficientes, recursos.
Como parcamente (de parco, parcus em latim, poupado, frugal, regrado ou sóbrio; o que, naturalmente, remete para uma origem conventual) não era uma palavra de conhecimento comum; daí que o uso popular rapidamente a substituísse por porcamente, no sentido de malfeito, achavascado ou trapalhão, com resultados ruins ou porcos.
Mudou-se o adágio e… pronto!

 

 

 

(o pouco conta-se e o nada é nada)